domingo, 27 de julho de 2014

"Você tem muito que aprender sobre politica. Acho que em breve descobrirá que tudo gira em torno de dar e receber, meu querido e belo príncipe."

[RESENHA]
Título: Cinder - Crônicas Lunares
Autora: Marissa Meyer
Editora: Rocco - Jovens Leitores
Páginas: 448
Ano: 2013
Tipo:Série
Skoob
4 estrelas

Sinopse: Num mundo dividido entre humanos e ciborgues, Cinder é uma cidadã de segunda classe. Com um passado misterioso, esta princesa criada como gata borralheira vive humilhada pela sua madrasta e é considerada culpada pela doença de sua meia-irmã. Mas quando seu caminho se cruza com o do charmoso príncipe Kai, ela acaba se vendo no meio de uma batalha intergaláctica, e de um romance proibido, neste misto de conto de fadas com ficção distópica. Primeiro volume da série As Crônicas Lunares, Cinder une elementos clássicos e ação eletrizante, num universo futurístico primorosamente construído.


Cinder é um livro bem fora das expectativas. Como pode ser visto pela capa, essa nova recontagem da Cinderela se passa em um universo futurista, onde existem androides, carros voadores e próteses cibernéticas. Quem não é entendido das histórias no estilo ciberpunk (como eu) demora a pegar o jeito da linguagem utilizada, e fica confuso com os descritivos.
   O enredo não tem uma atenção maior no romance da plebeia e do príncipe, mas sim na politicagem da monarquia, na peste que assola a população, na guerra, e nos preceitos da sociedade da segunda era. Tens uns detalhes que, já de início, deixam a história extremamente previsível, mas eu acabei gostando, apesar disso. Do meio para o fim, sua ansiedade aumenta ao ponto de não querer outra coisa a não ser ler.
   Fiquei fascinada como a escritora montou Levana, a temida rainha de Luna. Ela sabe muito bem conseguir o que quer. Ela e Kai discutindo o acordo de paz é uma batalha de xadrez extremamente arquitetada. Odeio essa vadia, mas ela é muito foda <3


A continuação, Scarlet, foi lançada recentemente pela Rocco - Jovens Leitores, e eu não vejo a hora de tê-lo em mãos.


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